Pesquisa de UX com pessoas neurodivergentes. Veja o que a média não mostra.
Investigamos como pessoas com diferentes perfis cognitivos experimentam sites, aplicativos, protótipos e jornadas digitais para revelar barreiras, padrões e oportunidades que podem passar despercebidos em pesquisas convencionais.
Por que algumas pessoas encontram mais fricção nesta jornada do que outras?
A mesma interface pode gerar experiências muito diferentes.
Seus dados mostram onde o usuário abandona. Nem sempre mostram por quê.
Analytics revelam etapas, cliques e saídas. Mas uma queda na jornada pode esconder esforço cognitivo, ambiguidades, excesso de informação, dificuldade de atenção ou diferentes interpretações da interface.
Pesquisa de UX com pessoas neurodivergentes investiga como diferentes perfis cognitivos utilizam e percebem produtos digitais. Por meio de pesquisa com usuários, testes de usabilidade e observação da experiência, buscamos identificar barreiras e padrões que podem não aparecer quando analisamos apenas métricas agregadas ou a experiência do usuário médio.
Mostra em qual momento da jornada ocorreu queda, retorno ou abandono.
Investiga como compreensão, atenção, contexto e interação participaram daquela experiência.
Não buscamos explicar todo abandono por neurodivergência. Investigamos se existem padrões de experiência que seus dados atuais não conseguem mostrar.
Quando realizar pesquisa de UX com pessoas neurodivergentes?
Quando existe abandono e seus dados não explicam o motivo.
Onboarding, cadastro ou checkout apresentam queda em uma etapa, mas analytics mostra apenas onde ela aconteceu. A pesquisa investiga como a experiência foi percebida antes da saída.
Antes de lançar ou redesenhar uma experiência.
Teste protótipos, novas funcionalidades ou jornadas críticas antes de escalar uma decisão de produto.
Quando a jornada exige muita informação.
Formulários, contratação, seguros, serviços financeiros e processos com várias etapas podem gerar carga cognitiva desnecessária.
Quando “funciona” não significa que a experiência é simples.
Um usuário pode concluir uma tarefa e ainda assim enfrentar hesitação, retrabalho, esforço ou insegurança.
Quando instruções parecem claras — mas não para todos.
Microcopy, mensagens de erro, termos, alertas e orientações podem ser interpretados de maneiras diferentes.
Quando sua pesquisa atual ainda deixa perguntas abertas.
A Plural Minds pode adicionar outra perspectiva a estudos existentes, observando variabilidade cognitiva e experiência.
Não analisamos apenas se a tarefa foi concluída. Analisamos como foi vivenciá-la.
Em uma pesquisa de UX com pessoas neurodivergentes, observamos a experiência por diferentes perspectivas. Isso ajuda a identificar fricções que podem existir mesmo quando a interface tecnicamente funciona.
Cognição
Investigamos como atenção, compreensão, memória de trabalho e tomada de decisão participam da experiência.
Contexto sensorial
Observamos quando estímulos visuais, densidade de informação ou contexto podem alterar a forma como a interface é percebida.
Interação
Analisamos navegação, sequência de tarefas, feedbacks, previsibilidade e esforço necessário para avançar.
Experiência emocional
Identificamos momentos de insegurança, confiança, ansiedade, frustração ou alívio ao longo da jornada.
Uma estrutura de análise da Plural Minds para organizar evidências e observar a experiência sob múltiplas perspectivas.
Da pergunta de negócio à decisão de produto.
O Inclusive UX Sprint organiza pesquisa, recrutamento e análise em um processo objetivo. Começamos pelo que sua empresa precisa entender — não por uma metodologia pré-definida.
Pergunta de negócio
Alinhamos o que sua empresa precisa descobrir, qual experiência será pesquisada e qual decisão o estudo deverá apoiar.
Recrutamento
Definimos participantes de acordo com a pergunta do estudo, considerando perfil, contexto, comportamento e critérios relevantes para a pesquisa.
Pesquisa
Conduzimos testes de usabilidade, entrevistas e observação da experiência conforme o desenho mais adequado ao projeto.
Análise
Cruzamos comportamentos, falas, contexto e padrões de experiência para separar acontecimentos isolados de sinais relevantes.
Decisão
Transformamos o que foi observado em recomendações acionáveis para produto, design, comunicação ou jornada.
A composição da amostra depende da pergunta do estudo. A Plural Minds pode recrutar participantes com diferentes perfis cognitivos e características relevantes para cada projeto, incluindo pessoas do Plural Minds Panel quando houver compatibilidade.
Research que não termina em observações. Termina em prioridades.
O objetivo do Inclusive UX Sprint não é produzir um relatório extenso que ninguém usa. Organizamos evidências, identificamos o que merece atenção e conectamos cada insight a uma possível decisão.
Evidências organizadas para ajudar sua equipe a decidir.
O material final conecta o que participantes fizeram, disseram e vivenciaram às implicações para produto, experiência, design e comunicação.
Não registramos apenas que houve dificuldade. Analisamos onde ela apareceu, em qual contexto, como se manifestou e por que pode ser relevante.
Síntese executiva
Principais conclusões do estudo apresentadas de forma clara para Produto, UX, CX e liderança.
Evidências e clipes
Trechos selecionados das sessões quando o formato do estudo permitir, ajudando a tornar os achados mais tangíveis.
Mapa de fricções
Pontos da jornada onde aparecem obstáculos, ambiguidades, esforço ou experiências relevantes para análise.
Insights priorizados
Achados organizados por relevância para evitar que todas as observações pareçam igualmente importantes.
Recomendações
Possíveis mudanças para produto, interface, conteúdo, fluxo ou comunicação derivadas das evidências do estudo.
Sessão de decisão
Apresentação ou workshop para discutir achados, alinhar implicações e transformar pesquisa em próximos passos.
Produtos melhores começam com perguntas melhores.
Você não precisa chegar à Plural Minds sabendo qual método usar. O ponto de partida é a pergunta que sua equipe ainda não consegue responder com segurança.
Por que algumas pessoas abandonam nosso onboarding?
Investigamos o que acontece antes da saída: interpretação, hesitação, esforço, comunicação, sequência de tarefas e outros elementos da experiência.
O que seus dados ainda não explicam?
Diferentes perfis conseguem compreender nossa interface?
Pesquisamos clareza, navegação, previsibilidade e interpretação durante tarefas reais.
Nossa comunicação ajuda ou aumenta a incerteza?
Podemos avaliar instruções, mensagens de erro, microcopy, alertas, termos e outras comunicações da jornada.
O que devemos corrigir antes do lançamento?
Testamos protótipos ou experiências em desenvolvimento para revelar fricções antes de ampliar sua exposição.
Antes de começar, algumas respostas.
Cada projeto pode exigir um desenho diferente. Mas algumas dúvidas aparecem com frequência quando empresas consideram realizar pesquisa de UX com pessoas neurodivergentes.
01 Preciso já ter um produto pronto para realizar a pesquisa?
Não. O Inclusive UX Sprint pode ser desenhado para produtos existentes, novas funcionalidades, protótipos ou experiências ainda em desenvolvimento. O estágio do produto influencia o desenho da pesquisa e as perguntas que conseguimos investigar.
02 A pesquisa é apenas com pessoas autistas ou com TDAH?
Não. A composição da amostra depende da pergunta de pesquisa. Diferentes estudos podem considerar diferentes perfis cognitivos, características, contextos e comportamentos. Não partimos da premissa de que todas as pessoas de um mesmo grupo vivenciam uma experiência da mesma maneira.
03 A Plural Minds também recruta os participantes?
Sim. Podemos realizar o recrutamento de acordo com os critérios definidos para o estudo. Quando houver compatibilidade, participantes do Plural Minds Panel também poderão ser convidados. O cadastro em um painel não significa participação automática em qualquer pesquisa.
04 Qual a diferença para um teste de usabilidade convencional?
O Inclusive UX Sprint acrescenta ao estudo uma atenção específica à variabilidade da experiência cognitiva. Além de observar se uma tarefa é concluída, investigamos aspectos como compreensão, atenção, previsibilidade, interação, contexto sensorial e experiência emocional quando forem relevantes para a pergunta do projeto.
05 Quanto tempo dura um Inclusive UX Sprint?
Um Sprint típico é pensado para acontecer em aproximadamente 2 a 3 semanas. O prazo final depende de fatores como perfil da amostra, recrutamento, complexidade da jornada e formato da pesquisa.
06 Como são tratados os dados dos participantes?
O desenho do estudo deve considerar desde o início finalidade, consentimento, minimização de dados, confidencialidade e proteção das informações coletadas. Os critérios de tratamento e compartilhamento são definidos de acordo com a natureza de cada pesquisa e os consentimentos aplicáveis.
07 E se ainda não soubermos exatamente qual pesquisa fazer?
Não é necessário chegar com uma metodologia definida. Você pode começar nos contando qual decisão precisa tomar, qual problema está observando ou qual pergunta ainda não consegue responder. A partir disso, avaliamos o desenho de pesquisa mais adequado.
O que sobre seus usuários você ainda não consegue explicar?
Conte o que sua empresa está tentando entender. Não precisa saber qual pesquisa contratar. Começamos pela pergunta e avaliamos como investigá-la.